mai 18 2012

DRT para Repórter Cinematográfico e Repórter Fotográfico

DRT para Repórter Cinematográfico, cinegrafista, fotógrafo

DRT para Repórter Cinematográfico e Repórter Fotográfico

Com informações da ARFOC – PR

A Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Paraná (Arfoc-PR) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor-PR) decidiram esclarecer aos pretendentes a ingressar na categoria de jornalistas de imagens, que existem regras para tornar-se um profissional da área.
Diferente do que se possa imaginar, não basta aos interessados fazer imagens de eventos sociais e/ou familiares. Como profissionais, seremos instados a produzir conteúdo informativo por meio de imagens, e para cobrir grandes eventos é preciso estar preparado tecnicamente, além de ciente das responsabilidades éticas de se produzir com retidão imagens que podem interferir no cotidiano de seus concidadãos.
Assim, as duas entidades se sentem na obrigação de publicizar as seguintes orientações aos candidatos a ingressar na categoria e para que se regularizem ante as duas entidades:

1) Como forma de ordenar o ingresso de novos profissionais, o Sindijor-PR instituiu, por meio de sua diretoria de imagem, ainda em 2008 o teste para o jornalista de imagem. Esse teste constitui-se de perguntas objetivas e interpretação de textos acadêmicos voltados à atividade de jornalismo de imagem.

2) Mas, para participar da prova, Sindicato e Arfoc-PR vão instituir uma comissão paritária para análise do material encaminhado por cada candidato. O material deve conter imagens produzidas pelo candidato e publicadas em veículos de comunicação (jornais/revistas/sites informativos ou programas independentes de emissoras de TV).
Ao obter nota igual ou superior a 70% do total de pontos possíveis no teste seletivo teórico prático; e ao comprovar sua capacidade técnica de produção de imagens veiculadas/publicadas, o profissional (repórter fotográfico e/ou repórter cinematográfico) terá sua documentação encaminhada pelo Sindicato à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) e então, de posse do número de registro, e filiados ao Sindijor-PR, poderá também pedir seu registro e filiação à Arfoc-PR.
O Sindijor-PR e a Arfoc-PR vão informar aos candidatos, antecipadamente, sobre o conteúdo programático (detalhes dos conhecimentos, habilidades e estudos necessários) o qual será utilizado para a formulação da avaliação, assim como data, local e horário do teste de conhecimento.

Repórter fotográfico
O candidato deve apresentar antecipadamente material com fotos de sua autoria publicadas em jornais/revistas ou sites de caráter jornalístico (ilustrando matérias jornalísticas), com o devido crédito, a partir de novembro de 2009.

Repórter Cinematográfico
No caso de repórter cinematográfico, a comprovação se dará por meio de matérias jornalísticas em que seu nome aparece nos créditos. As reportagens devem ser compiladas em CD ou DVD.

Atenção!
Ainda para comprovar a experiência profissional, segundo exigências do Sindijor, será necessário apresentar declarações das empresas em que prestou trabalho – em papel timbrado com telefone e endereço – afirmando que executou a função de repórter fotográfico ou repórter cinematográfico, quanto recebeu pelo trabalho e o tempo em que exerceu a função.
Todo o material será submetido à análise do Sindijor-PR para avaliar se a produção tem características jornalísticas.

Prova:
O candidato passará por uma avaliação de capacidade profissional – prova com questões dissertativas e de múltipla escolha e redação.

Documentação:
Após o processo de avaliação e parecer positivo do Sindijor-PR, será solicitado ao profissional documentos necessários ao registro profissional de jornalista de imagem (repórter fotográfico ou repórter cinematográfico), de acordo com o que estabelece o Decreto-Lei 972/69 e sua regulamentação por meio do Decreto-Lei 83.284/79. Também será necessário, para pedido de registro na SRTE:

• Fotocópia autenticada da Cédula de Identidade (RG);
• Fotocópia autenticada do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF);
• Fotocópia autenticada da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS);
• Fotocópia autenticada de comprovante de residência;
• Fotocópia autenticada de diploma de curso superior ou diploma/certificado de conclusão do ensino médio (antigo segundo grau);
• Prova de que não está denunciado ou condenado pela prática de ilícito penal (declaração).

Profissionais atuantes:
Os profissionais que já atuam nas respectivas funções com carteira assinada – e de forma geral já possuam registro profissional – basta procurar a Arfoc-PR para solicitar a associação.
Quem trabalha na função de repórter fotográfico ou repórter cinematográfico, possui Arfoc-PR e, por ventura, não tem DRT, deverá passar pelo processo.

Leia Também:

Legislação e História do Repórter Cinematográfico

Operador de Câmera para TV, Cine ou Vídeo: Regulamentação da Profissão

Para mais informações sobre DRT para Repórter Cinematográfico e Repórter Fotográfico clique aqui

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mai 18 2012

Adicional e Aposentadoria para o Cinegrafista, Repórter Cinematográfico, Operador de Câmera e Fotógrafo

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Novidades sobre o projeto de Adicional e Aposentadoria especial para o Cinegrafista, Repórter Cinematográfico, Operador de Câmera e Fotógrafo

Colaboração do companheiro Luis Quilião (via Facebook – Brasília)

O relator, Deputado Padre João – PT, apresentou parecer favorável da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados. Segue o teor do voto do deputado – RELATÓRIO
Cria condições especiais de trabalho e aposentadoria para os profissionais de comunicações que exercem funções externas (cinegrafista, repórter cinematográfico, fotógrafo, operador de câmera, etc.).
Autor: Deputado MARCO MAIA Relator: Deputado PADRE JOÃO
O… projeto de lei em epígrafe, de autoria do Deputado Marco Maia, propõe a criação de condições especiais de trabalho para profissionais de comunicação que exercem funções externas, entre outros, fotógrafo, repórter cinematográfico, cinematografistas e auxiliares, que tenham de se deslocar carregando equipamentos ou mantê-los sobre os ombros.
As condições trabalhistas especiais propostas referem-se a adicional de 50% por hora em função do peso do equipamento; a folga semanal a cada 14 jornadas nas quais ocorrer um deslocamento; a avaliações anuais de saúde; a informações sobre reeducação postural e a ginástica laboral no trabalho.
No que tange à Previdência Social, propõe aposentadoria especial aos profissionais em pauta aos 30 anos de efetivos serviços prestados.
Em sua Justificação, o Autor alega que as múltiplas atividades desses profissionais causam-lhes desconforto e diversas lesões, principalmente no ombro.
O Projeto de Lei no 6.781, de 2010, foi distribuído às Comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Nesta Comissão, o Projeto de Lei no 6.781, de 2010, recebeu Emenda Substitutiva, de autoria do Deputado Darcísio Perondi, que, na forma de lei complementar, propõe a concessão da aposentadoria especial aos profissionais em pauta pelo Regime Geral de Previdência Social.
II – VOTO DO RELATOR
O Projeto de Lei no 6.781, de 2010, estabelece condições especiais de trabalho para profissionais de comunicação que exercem atividades externas – fotógrafo, repórter cinematográfico, cinematografista, auxiliares e outros, que tenham que se deslocar carregando equipamentos ou mantê-los nos ombros –, bem como a concessão de aposentadoria especial aos mesmos, aos trinta anos de efetivo serviço na atividade.
Os aspectos relacionados a adicionais, adequação e redução da jornada do trabalho dos profissionais em pauta competem à Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, conforme art. 32, inciso XVIII, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados.
A saúde ocupacional dos trabalhadores referidos encontra-se, de fato, sob risco, em que pese a existência de normas reguladoras do assunto no âmbito da Política Nacional de Saúde e Segurança do Trabalhador, que abrange todos os trabalhadores, mediante ações articuladas dos Ministérios do Trabalho, da Previdência Social e da Saúde, sob a égide da Constituição Federal, arts. 196 a 200; da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto no 5.442, de 1o de maio de 1943, Título II, Capítulo V; de legislações específicas e de Convenções da Organização Internacional do Trabalho.
2
A concessão de aposentadoria especial está prevista na Constituição, nos seguintes termos:
“Art. 201. A previdência social será organizada sob a forma de regime geral, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial, e atenderá, nos termos da lei, a:
………………………………………………………………………
§ 1o É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos beneficiários do regime geral de previdência social, ressalvados os casos de atividades exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física e quando se tratar de segurados portadores de deficiência, nos termos definidos em lei complementar.
………………………………………………………………………”
EMENDA CONSTITUCIONAL No 20, DE 15.12.98:
“Art. 15. Até que a lei complementar a que se refere o art. 201, § 1o, da Constituição Federal, seja publicada, permanece em vigor o disposto nos arts. 57 e 58 da Lei no 8.213, de 24 de julho de 1991, na redação vigente à data da publicação desta Emenda.”
O art. 58 da Lei no 8.213, de 1991, determina que a relação dos agentes nocivos químicos, físicos e biológicos prejudiciais à saúde ou à integridade física do trabalhador para fins de concessão da aposentadoria especial será definida pelo Poder Executivo.
Entretanto, a relação desses agentes nocivos constantes no Regulamento da Previdência Social não contempla o risco a que estão sujeitos os profissionais de comunicação em questão.
Entendemos que tal situação seja sanada pela Emenda Substitutiva apresentada ao projeto de lei sob análise, que propõe a concessão de aposentadoria especial a estes profissionais na forma de lei complementar.
3
Em face do exposto, votamos pela aprovação do Projeto de Lei no 6.781, de 2010, na forma da Emenda Substitutiva a ele apresentada.
2011_19292
Sala da Comissão, 2012.
Deputado PADRE JOÃO – Relator

Leia também: Repórter Cinematográfico, Cinegrafista, Fotógrafo, Operador de Câmera e Auxiliares podem receber adicional pelo peso do equipamento -   clicando aqui

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abr 23 2012

UM HD (Unidade Móvel em Alta Definição): HD View

UM HD: HD View

UM HD: HD View

O GRPCOM, Grupo Paranaense de Comunicação, lançou em janeiro deste ano sua nova unidade de negócios. Trata-se da HD View, uma unidade móvel de alta definição (UM HD) com capacidade para captação e transmissão em HD em qualquer parte do país.
Esta UM HD foi totalmente projetada, ao longo de cinco anos, pelos engenheiros do grupo em parceria com a SONY e já é uma das mais modernas das américas.

Veja a relação de equipamentos da HD View:

UM HD: HD View switcher

- 12 câmeras HD (HDC-1400 R / SONY);
- 10 Objetivas 22X com duplicador e 2 Objetivas 40X com duplicador (Canon);
- Câmera robótica com comando BRCH700;
- 4 micro-câmeras GoPRO Hero;
- Replays (EVS – XT3);
- Caracteres (Harris);
- Áudio Digital 5.1 (Studer Vista 5);
- Switcher MVS-6000 (SONY);
- 13 CCU’s RCP-1530
- Tripés (Sachtler);
- 2 Gruas (CamMate);
- Intercomunicação (Telex);
- Monitores de Loudness -10db;
- Input e output de áudio com 190 conexões;
- 25 microfones;
- Shotguns Sennheiser e Stage Box;
- 6000 metros de fibra ótica para conexão dos microfones e câmeras.
- Gerador de 115Kva com caminhão de apoio.

Mais informações na página da HD View: www.hdview.com.br

HDview

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fev 20 2012

Reportagens em HDTV sobre a FEB, Força Expedicionária Brasileira, durante a Segunda Guerra Mundial

Série de Reportagens sobre a FEB (Força Expedicionária Brasileira) durante a Segunda Guerra Mundial

Equipe da RPCTV no Monte Castelo - Itália

Equipe da RPCTV no Monte Castelo - Itália

colaboração de Fernando Parracho

Brasileiros – paranaenses – que tiveram, finalmente, sua história contada! Combatentes, enfermeiras e pacifistas de nosso país que ajudaram a libertar a Itália do domínio das tropas de Hitler.
A equipe da RPCTV (Rede Paranaense de Comunicação), afiliada à Rede Globo no Paraná, percorreu os locais dos combates na Itália e encontrou, mesmo passados 66 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, testemunhas da história e da presença dos brasileiros. Impossível não se emocionar com os depoimentos de italianos que, até hoje, nos chamam de “Liberatori” (libertadores).
Na Itália, a bordo de um motorhome que serviu como casa por 20 dias, Alexander De Marco (repórter cinematográfico, produtor e idealizador do projeto), Fernando Parracho (repórter e roteirista) e o auxiliar técnico Dirceu de Souza, percorreram mais de 2.000 quilômetros cruzando as montanhas da Toscana e da Emiglia Romagna para mostrar como foi a participação dos brasileiros – dos paranaenses – na Segunda Guerra Mundial. Você vai conhecer os locais dos principais combates, as cidades que foram dominadas pelo exército de Hitler e que a FEB, a Força Expedicionária Brasileira, lutou para libertar. Você vai saber porque o Brasil, mesmo tão distante do conflito, entrou nessa luta. O centenário do maior herói da FEB, o paranaense Max Wolff Filho, morto em combate. As mulheres paranaenses que ajudaram a salvar muitas vidas: A enfermeira Virgínia Leite, numa entrevista exclusiva pouco antes de sua morte, e a mulher do escritor Guimarães Rosa, Aracy, que ganhou o título de anjo de Hamburgo.
Os repórteres apresentam também o lado místico da guerra: o mistério das estátuas que resistiram a uma chuva de bombas e a capela, construída pelos brasileiros, que ficou escondida no mato por mais de meio século.
Os caçadores de tesouros que até hoje encontram bombas, armas e os mais curiosos objetos; e os que se esforçam para manter viva a memória dos brasileiros no país que foi arrasado pelos canhões.
A equipe também resgatou fotos e filmes da época num registro fiel dos fatos que marcaram a década de 40 no Brasil e na Itália.
Estes e muitos outros destaques você pode conferir nesta série de reportagens, originalmente produzida em alta definição (HD) e exibida no programa Meu Paraná da RPCTV, numa viagem no tempo e por localidades na Itália que marcaram a vida dos nossos pracinhas. Comunidades que também ficaram marcadas pela passagem dos brasileiros durante a Segunda Guerra Mundial.
Esta série de reportagens, exibida em quatro capítulos na TV aberta – e que agora está disponível também no youtube, mostra que a experiência de viver uma guerra, lado a lado, fez nascer uma relação de amizade, respeito e gratidão. Relação que se mantém viva até hoje e jamais havia sido mostrada para o grande público.
Além das gravações em várias cidades brasileiras e italianas esta série apresenta depoimentos de vários ex-combatentes, pesquisadores, historiadores e daqueles que conviveram com os brasileiros durante as batalhas.
Além de ser uma homenagem aos pracinhas, e ao Brasil e a Itália, este documento deverá servir – quem sabe – para que esta história não seja jamais esquecida!

Confira, logo abaixo, os quatro programas da série de reportagens sobre a Força Expedicionária Brasileira nos combates na Itália durante a Segunda Guerra Mundial.

Pesquisa, Produção, Imagens e Edição: Alexander De Marco
Roteiro e Reportagem: Fernando Parracho
Áudio e Iluminação: Dirceu de Souza
Produção no Brasil: Jorge Narozniak
Finalização: Alexandre Marques
Tradução: Mário Pereira
Realização: RPCTV – Rede Paranaense de Comunicação / GRPCOM (2011)

Estes vídeos estão em 360p (normal). Você pode alterar a qualidade de visualização para 720p HD (Alta definição), 240p (qualidade mínima) ou ainda 480p

Programa 1

Programa 2

Programa 3

Programa 4

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jan 16 2012

Bibliografia básica de cinematografia para o repórter cinematográfico, cinegrafista, diretor de fotografia e operador de câmera

Cinematografia 01

Produção Vídeo , TV e Cinema

Bibliografia básica de cinematografia para o repórter cinematográfico, cinegrafista, diretor de fotografia e operador de câmera.

Separei, dentro dos limites de meus conhecimentos, alguns livros que são uma espécie de “bíblia” da cinematografia. Isso, é claro, na minha humilde opinião.
Lembrem-se: Compre em lugar de fotocopiar ou fazer download não autorizado. Cada real que você paga por um livro recompensa seus autores e os convida a produzir mais sobre o tema; incentiva seus editores a encomendar, traduzir e publicar outras obras sobre o assunto, como a cinematografia; e paga aos livreiros por estocar e levar até você livros para sua informação, conhecimento e o seu entretenimento. Cada real que você dá por uma fotocópia não autorizada de um livro financia um crime e ajuda a matar a produção intelectual do país.
Dado o recado, vamos a lista dos livros sobre cinematografia:

Bibliografia básica de cinematografia para o Repórter Cinematográfico, Cinegrafista, Diretor de Fotografia e Operador de Câmera

Cinematografia 08

1) Os cinco Cs da Cinematografia: Técnicas de Filmagem
Autor: Joseph V. Mascelli / Editora: Summus Editorial / São Paulo 2010
Título Original: The five C’s of cinematography: motion picture filming techniques, 1965.

Informações sobre este livro: “Ilustrada com mais de 500 imagens, esta obra clássica apresenta os conceitos e as técnicas consagradas da cinematografia. Os cinco Cs detalhados aqui são: corte, composição, close, continuidade e câmera. Pioneiro do cinema nos Estados Unidos, Mascelli fala também dos problemas mais comuns durante as filmagens e dá dicas fundamentais para a edição. Entre os temas abordados estão: tempo e espaço cinematográfico; regras de composição; ponto de vista; altura e ângulo de câmera; cenas máster; tipos de edição, direção da imagem, etc.” Texto retirado da contra-capa da obra citada.

Cinematografia 03

2) Direção de Cinema: Técnicas e Estética
Autor: Michael Rabiger / Editora: Campus – Elsevier / Rio de Janeiro 2007

Informações sobre este livro: “Este livro se propõe a fornecer todas as orientações necessárias para quem quer produzir um filme de ficção. Desde o trabalho do diretor, passando pela linguagem cinematográfica e chegando ao que é propriamente o trabalho de realização em todas as suas etapas de produção.
O livro apresenta orientação técnica de primeira linha no que diz respeito aos equipamentos, formação de equipe e boletins utilizados, e também orientações sobre roteiro, estética e direção de atores.”
. Texto retirado da contra-capa da obra citada.

Cinematografia 02

3) 50 anos: Luz, Câmera e Ação
Autor: Edgar Moura / Editora: SENAC / São Paulo 2001

Informações sobre este livro: “Para o ofício de diretor de fotografia exige-se muito conhecimento técnico. É também indispensável uma atualização contínua dos instrumentos de trabalho e o estudo ininterrupto de novas tecnologias. Ou o sujeito se dedica muito ou não encontra espaço no já reduzido mercado profissional. Não bastasse isso, um grande perigo ronda tanta aplicação: o sujeito pode ficar de tal modo absorvido com sua formação técnica que esquece para que ela serve.” Texto retirado da contra-capa da obra citada.

Cinematografia 04

4) Num piscar de olhos: A edição de filmes sob a ótica de um mestre
Autor: Walter Murch / Editora: Jorge Zahar / Rio de Janeiro 2004
Título Original: In the blink of an eye: A perspective on film editing

Informações sobre este livro: “Por que os cortes funcionam? Essa pergunta aparentemente elementar é o ponto de partida das considerações que Murch faz aqui. Analisando a relação entre corte, continuidade e descontinuidade, ele traça paralelos também entre filmes e sonhos, e entre o estado de espírito do espectador e a freqüência de seu piscar de olhos. Murch avalia ainda questões metodológicas, como o trabalho em equipe e a utilidade de projeções-teste.” Texto retirado da contra-capa da obra citada.

Cinematografia 05

5) A Forma do Filme
Autor: Sergei Eisenstein / Editora: Jorge Zahar / Rio de Janeiro 2002
Título Original: Film Form

Informações sobre este livro: “Reunindo ensaios escritos por Eisenstein em 1929, A Forma do Filme permite ao leitor entrar em contato com as reflexões de um homem que, depois de estudar atentamente o movimento dos filmes, dividiu as várias características da forma e do sentido cinematográficos e montou uma teoria para ensinar o cinema a voar.” Texto retirado da contra-capa da obra citada.

Cinematografia 06

6) Enciclopédia Básica da Mídia Eletrônica
Autor: Ricardo Pizzotti / Editora: SENAC / São Paulo 2003

Informações sobre este livro: “A eletrônica teve marcos iniciais no século XIX e desenvolveu-se no XX possibilitando o poderio absoluto dos meios de comunicação por redes, satélites e ondas eletromagnéticas. Nessa evolução, que se acelera à medida que acrescenta recursos, ela suscita termos novos e traz desafios de atualização para o profissional de qualquer das especialidades que constitui. É o caso da mídia eletrônica, campo em expansão a exigir a abrangência de uma enciclopédia para o acompanhamento dos termos que se vale.
Experimentado profissional dessa mídia, Ricardo Pizzotti dedicou-se por mais de quatro anos ao trabalho de selecionar e explicar seu vocábulos correntes, na forma de verbetes, remetendo, quando necessário, a outros, num cuidadoso cruzamento de informações.
Indispensável a todos os que atuam na mídia eletrônica, sejam eles jornalistas, diretores de arte ou técnicos, este livro é de grande utilidade também para os que se interessam pela cultura e pelos recursos midiáticos do mundo contemporâneo.”
Texto retirado da contra-capa da obra citada.

Cinematografia 07

7) A ponte clandestina: Teorias de cinema na América Latina
Autor: José Carlos Avellar / Editora: Editora 34 – Edusp / São Paulo 1995

Informações sobre este livro: “O cinema latino-americano contemporâneo nasceu como vontade transformadora da sociedade, ates mesmo de um gesto político capaz de efetivamente realizar a transformação.” Texto retirado da contra-capa da obra citada.

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dez 14 2011

Profissionais da Imagem: Divulgada a Carta de Salvador

ARFOC Brasil: Congresso dos profissionais da imagem

ARFOC Brasil: Carta de Salvador

14/12/2011

com informações da ARFOC Brasil e do Sindicato dos Jornalistas profissionais do Paraná

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS REPÓRTERES FOTOGRÁFICOS E CINEMATOGRÁFICOS

A Associação Brasileira dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos, reunida no VII Congresso Nacional de Profissionais da Imagem, em Salvador, Bahia, manifesta inquietação ante a representação dos interesses dos jornalistas de imagem em situações cada vez mais agudas que vivencia – de ameaças, intimidações e até mortes no exercício da função, da depreciação dos salários diretamente ou através de dispositivos como o acúmulo de funções que são acolhidos nas negociações coletivas nem sempre conduzidas, da falta de fiscalização do exercício profissional sobre contratados sem qualificação, da exigência cada vez maior da qualificação específica pela evolução da tecnologia, da falta de previsão legal especifica sobre as atividades da reportagem de imagem, entre outros – e exorta os Sindicatos dos Jornalistas e a Federação Nacional dos Jornalistas, as entidades que nos representam, a adotar uma atuação mais efetiva e comprometida com as peculiaridades da categoria no enfrentamento destas questões com as empresas e o Poder Público.

Desde já, a ARFOC Brasil adverte que os profissionais da imagem não podem ser submetidos a situações de alto risco, como em ações policiais/militares, sem seguro de vida, sem treinamento, sem equipamentos de proteção individual, ou que lhes ofereçam equipamentos inadequados e que confundem o repórter com o policial como alvo da reação armada. Um dispositivo legal pode ser constituído para exigir dos empregadores, como exemplo, coletes eficientes e de cor branca que destaque a condição diferenciada do profissional de imprensa.

A ARFOC Brasil se declara em reunião aberta e permanente exigindo a tomada das iniciativas inadiáveis por parte dos nossos órgãos de classe e das autoridades, e pronta para contribuir na construção das soluções que promovam a proteção da vida e a dignidade da atividade dos profissionais da imagem no Brasil.

PAULO DIAS LUIZ HERMANO ABBEHUSEN

Presidente ARFOC Brasil

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nov 07 2011

Mesmo que me custe a vida

Homenagem a Gelson Domingos

Homenagem ao repórter cinematográfico Gelson Domingos

hoje pela manhã em Copacabana

Cinegrafistas que filmaram a própria morte:

Mesmo que me custe a vida. Este é o título de um documentário argentino que fala sobre a morte do cinegrafista argentino Leonard Henrichsen em 1973 no Chile. Passados 38 anos, a cena praticamente se repete no caso do nosso colega Gelson Domingos, morto na manhã deste domingo (06/11/2011) durante o exercício da profissão.

Em nota, a Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio de Janeiro (ARFOC-RJ) lamenta a morte de Gelson:

“A Associação Profissional dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio de Janeiro (Arfoc-Rio) lamenta a morte em serviço do operador de câmera (função privativa de radialista) Gelson Domingos da Silva, da TV Bandeirantes, hoje pela manhã, na Favela de Antares, na Zona Oeste do Rio.
Esse é mais um capítulo da trágica história da cidade do Rio de Janeiro, que nos deixa consternados e preocupados com o seu futuro e o da profissão. Está mais do que provado que os jornalistas precisam se capacitar para esse tipo de cobertura e, quando julgar necessário, se recusar a arriscar a vida em situações como essa.
Exigimos das autoridades de segurança do Estado do Rio de Janeiro que sejam tomadas as providências necessárias para apurar as circunstâncias que levaram nosso colega à morte e a prisão do autor do disparo.”

Na Internet é possível encontrar vários destes casos. O Cinegrafistas.Com apresenta alguns deles na esperança que a guerra civil que se instalou no Rio de Janeiro acabe de uma vez por todas.












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nov 07 2011

LUTO: Morte do Repórter Cinematográfico Gelson Domingos

Gelson Domingos 01

O Cinegrafistas.Com lamenta a morte do colega Gelson Domingos da Silva, repórter cinematográfico da TV Bandeirantes – RJ, durante a cobertura da operação policial do BOPE e do Batalhão de Choque na favela de Antares na cidade do Rio de Janeiro.

Profissional experiente e premiado em 2010 com uma menção honrosa no Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, Gelson sempre esteve próximo aos assuntos policiais nos trazendo imagens reveladoras. Por obra do destino, perítos procuram nas imagens feitas por Gelson Domingos – instantes antes de sua morte – o autor do disparo fatal.

O Cinegrafistas.Com se solidariza aos amigos e familiares do repórter cinematográfico Gelson Domingos da Silva neste momento de dor.

Gelson morreu aos 46 anos, durante o exercício da importante e perigosa profissão de repórter cinematográfico, e deixa três filhos e dois netos.

Gelson Domingos 02

Jornalistas presentes ao local onde Gelson Domingos da Silva foi morto, lamentam a perda do colega, em flagrante registrado pelo fotógrafo Fernando Quevedo, da agência de notícias O Globo

Proteção:

Fonte: Jornal do Brasil

Gelson usava o colete à prova de balas, mas o equipamento não foi o suficiente para protegê-lo do tiro de fuzil que levou no peito. Os agentes ainda tentaram levar o profissional para a UPA do Cesarão, no mesmo bairro, mas ele não resistiu ao ferimento.

O repórter Hernani Alves, que acompanhava o cinegrafista durante a incursão “Poderia ter sido com qualquer um, o Gelson era um profissional muito experiente, tinha 20 anos de profissão, não foi negligente em nenhum momento, mas os bandidos surgiram do nada e de repente abriram fogo”, completou Hernani, dizendo que no momento da troca de tiros ficou abaixado em um beco e não viu o colega ser atingido.

“Quando outro cinegrafista me contou que Gelson tinha sido baleado, foi o momento em que me dei conta de que estava fazendo a única matéria que eu nunca queria ter feito”, lamentou.

De acordo com o cinegrafista da TV Globo Allex Neder, ele e Gelson Domingos brincavam momentos antes de ficarem na mira de traficantes. “A gente não tinha o que fazer. Nós entramos em uma rua em que os bandidos estavam encurralados”, lembrou Neder, que viu o momento em que Gelson foi baleado, mas não pode socorrer, por conta dos disparos. “É muito difícil ver um amigo baleado. Ele estava trabalhando, assim como eu. Ele era um homem corajoso, amigo, aprendi muito com ele. Ele gostava muito do que fazia.”

O Coronel Frederico Caldas, coordenador de comunicação social da Polícia Militar esteve presente na cerimônia e destacou que Gelson Domingos era muito querido entre os policiais. “A Polícia Militar não podia deixar de estar aqui para dar uma palavra de carinho e de conforto numa situação tão trágica”, comentou. “O sentimento que temos hoje é semelhante ao que temos quando perdemos um policial nosso, tamanha era a proximidade que ele [Gelson] tinha com a nossa tropa”

Cobertura em operações de risco:

Para Maurício Azedo, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), o caso de Gelson Domingos pode ser o gatilho para que as autoridades imponham limites na cobertura da imprensa em situações de risco. “Os profissionais e as empresas tem que se impor diante da evidência de que é necessário dotar a atividade profissional de medidas de segurança e precaução que inexistem atualmente”, explicou. “Esse trabalho se impõe para evitar a repetição de episódios desafortunados como este, que nos privou da companhia do Gelson Rodrigues”.

Azedo acrescentou ainda que acredita que o episódio vai levantar reflexões e classificou de “certo oba-oba” a movimentação dos profissionais da imprensa em campo. Para ele, a atividade em operações poderá sofrer “contenção”.

A hipótese também foi levantada pelo Coronel Frederico Caldas. “A morte do Gelson terá sido em vão se não houver uma discussão se não houver uma reflexão do papel de jornalistas”, disse. “Nós sabemos muito bem que essa palavra limite ela tem uma conotação preocupante para a mídia mas é preciso que nós tenhamos limite, sim, especialmente quando tratamos da vida de pessoas. Nós não temos como controlar o trabalho da imprensa porque não nos cabe isso, o trabalho da imprensa é fundamental para informar o cidadão. Mas é o momento de refletir até que ponto vale a pena buscar a informação a qualquer custo”.

O coronel admitiu que o uso do colete à prova de balas não garante a segurança total dos profissionais da imprensa, nem mesmo dos policiais. “O colete é um equipamento mínimo de segurança, mas a gente sabe que há restrições e limitações, ele pode preservar uma área vital do corpo, mas não necessariamente vai dar uma garantia de 100%”.

O âncora do Jornal do Band e da BandNews FM, Ricardo Boechat, compareceu ao enterro do cinegrafista para prestar suas homenagens e também comentou o assunto. “É importante não aceitar a ideia clichê de que as empresas jornalísticas estão mandando seus profissionais para a morte. Isso é oportunismo de quem fala e até mesmo ridículo, porque é imaginar que os profissionais, como no caso do Domingos, não eram eles mesmos suficientemente maduros, experientes e apaixonados pela profissão para ir até onde achavam que podiam ir”.

Boechat acrescentou que acredita na necessidade da intervenção da polícia nas coberturas de risco. “Concordo que a margen de risco de jornalistas que cobrem conflitos é elevada. No caso do Rio de Janeiro, elevadíssima. Acho que a melhor palavra para dizer que o terreno está minado ou não no momento da ação é da autoridade policial”.

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out 07 2011

Cinegrafistas.Com está de aniversário

Publicado por: Alexander De Marco Assunto: Últimas Notícias

Aniversário de um ano - Cinegrafistas.Com

Aniversário de um ano do Cinegrafistas.Com

O Desafio de tentar organizar informações, textos, dicas e novidades tecnológicas para um público crítico e, ao mesmo tempo, conhecedor das técnicas aqui apresentadas não é tarefa fácil. O que nos move, e continua a nos inspirar e manter o Cinegrafistas.Com, é a possibilidade de fornecer uma plataforma de discussões sobre a nossa profissão e o futuro que nos aguarda.

Gostaríamos de agradecer aqui, todas aquelas pessoas que acessam nossa página em busca de alguma informação – alguma dica – ou simplesmente para participar das discussões ou, ainda, colaborar com os artigos. Não foram poucas as vezes que prestigiaram nossos anunciantes e ajudaram, desta forma, a manter a página no ar.

Agradecemos também aos que confiam no Cinegrafistas.Com e divulgam seus serviços, seus currículos, suas fotos e seus comentários.

Ao completarmos nosso primeiro ano de vida, gostaríamos de abraçar todos os profissionais da imagem, sejam elas em movimento – através da reportagem cinematográfica, direção de fotografia, operação de câmera, etc., bem como os colegas fotógrafos que sempre nos prestigiam e dão importantes contribuições para nosso site.

Estamos preparando o novo layout do Cinegrafistas.Com para marcar esta importante data e em breve teremos muitas novidades pra você. Aguardem! Por hora, esperamos que todos tenham muito sucesso, tanto no aspecto pessoal quanto profissional, e que continuem conosco nos próximos anos.

Um grande e fraterno abraço da equipe do Cinegrafistas.Com


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set 30 2011

Workshop de Cinematografia

Publicado por: Alexander De Marco Assunto: Cinematografia

Cinematografia

Workshop de Cinematografia

O renomado diretor de Fotografia Carlos Ebert, com mais de 40 anos de experiência em produções cinematográficas e audiovisuais, retorna agora com o Workshop de Cinematografia intitulado “Iluminando para o Digital”.

Neste workshop será dada ênfase aos exercícios práticos, tanto em estúdio como em locações externas.

O workshop de cinematografia irá abordar os seguintes temas:

- Setup de Câmera

- Posicionamento de câmera no set de filmagem

- Enquadramento

- Iluminação para cinema e iluminação para vídeo

- Gravação

Para saber mais sobre o diretor de Fotografia Carlos Ebert vá para o seguinte endereço: http://carlosebert.multiply.com/

Para encontrar cursos de iluminação para cinema e iluminação para vídeo, além de verificar a grade completa do Workshop de Cinematografia “Iluminando para o Digital” , CLIQUE AQUI.

Serviço:

Data: 21 a 23 de Outubro de 2011

Vagas: 22

Carga Horária: 24 horas

Horários: 09hs às 12:30 e das 14hs às 18hs

Investimento: R$850,00

Local: Omicron Centro de Fotografia

Endereço: Rua Padre Germano Mayer, 2.200 – Hugo Lange / Curitiba – PR

Para mais informações ou ficha de inscrição para o Workshop de Cinematografia , iluminação para cinema e iluminação para vídeoCLIQUE AQUI

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